Erros Comuns que Atrapalham a Recuperação da Diástase (e Como Evitá‑los)
A recuperação da diástase abdominal é um dos maiores desafios para muitas mulheres, especialmente mães que desejam voltar a se sentir fortes, seguras e confortáveis com o próprio corpo. No entanto, apesar da boa intenção, alguns erros muito comuns podem atrasar — ou até piorar — o fechamento da diástase.
Portanto, se você está praticando exercícios e mesmo assim não vê resultados, ou sente dores, estufamento abdominal e desconforto, este artigo é para você. A seguir, você vai entender quais são os principais erros na recuperação da diástase e, sobretudo, como evitá‑los usando o método hipopressivo de forma correta e segura.
O que é a diástase abdominal e por que ela exige cuidados?
A diástase abdominal é a separação dos músculos retos do abdômen, muito comum após a gestação. No entanto, ela também pode ocorrer em mulheres que nunca engravidaram, principalmente devido ao aumento da pressão intra‑abdominal, má postura e exercícios inadequados.
Além do impacto estético, a diástase compromete a estabilidade do core, podendo causar dores nas costas, fraqueza abdominal, alterações posturais e até disfunções do assoalho pélvico. Por isso, a forma como você se exercita faz toda a diferença na recuperação.
Erro 1: Fazer abdominais tradicionais achando que vai fechar a diástase
Esse é, sem dúvida, o erro mais comum — e também um dos mais prejudiciais. Exercícios como abdominal crunch, prancha mal executada, sit‑ups e até alguns treinos funcionais aumentam a pressão intra‑abdominal.
Como consequência, em vez de aproximar os músculos, esses exercícios podem afastar ainda mais a musculatura abdominal, agravando a diástase.
👉 Como evitar: Prefira exercícios que ativem o core profundo sem gerar pressão, como os exercícios hipopressivos, que trabalham o abdômen de dentro para fora.
Erro 2: Prender a respiração ou respirar errado durante os exercícios
Muitas mulheres prendem o ar durante o esforço físico sem perceber. No entanto, isso eleva a pressão interna do abdômen, dificultando o fechamento da diástase.
Além disso, a respiração incorreta prejudica a ativação do transverso abdominal — músculo essencial para a recuperação.
👉 Como evitar: Aprenda a respirar de forma consciente e coordenada, como no método hipopressivo, que utiliza a apneia expiratória de forma estratégica e segura.
Erro 3: Ignorar a postura no dia a dia
Mesmo que você pratique exercícios corretamente, uma postura inadequada ao longo do dia pode sabotar seus resultados. Sentar curvada, empurrar a barriga para frente ou carregar peso de forma incorreta mantém a pressão sobre a parede abdominal.
👉 Como evitar: Além dos exercícios hipopressivos, invista em educação postural. Ajustes simples — como alinhar a coluna ao sentar e ativar levemente o abdômen ao se levantar — já fazem grande diferença.
Erro 4: Não fortalecer o core profundo
Muitas pessoas acreditam que fortalecer o abdômen significa apenas trabalhar os músculos superficiais. No entanto, o verdadeiro fechamento da diástase depende do fortalecimento do core profundo, especialmente o transverso abdominal e o assoalho pélvico.
👉 Como evitar: Inclua exercícios hipopressivos na sua rotina, pois eles ativam essas camadas profundas de forma eficaz, segura e funcional.
Erro 5: Querer resultados rápidos e abandonar o processo
É natural querer ver resultados rapidamente. Porém, a recuperação da diástase exige constância, paciência e técnica correta. Abandonar o treino nas primeiras semanas é um erro comum.
👉 Como evitar: Estabeleça metas realistas. Mesmo 10 minutos por dia de exercícios hipopressivos já são suficientes para iniciar mudanças significativas ao longo do tempo.
Erro 6: Fazer exercícios sem orientação adequada
Seguir vídeos aleatórios ou treinos genéricos pode levar a erros de execução, principalmente no pós‑parto. Cada diástase é única e exige atenção individual.
👉 Como evitar: Busque orientação profissional especializada em diástase abdominal e método hipopressivo, especialmente no início da prática.
Por que o método hipopressivo evita todos esses erros?
O método hipopressivo foi desenvolvido justamente para reduzir a pressão intra‑abdominal, fortalecer o core profundo e promover o fechamento da diástase de forma segura.
Além disso, ele melhora a postura, reduz dores nas costas, fortalece o assoalho pélvico e se adapta perfeitamente à rotina de mães sem tempo para treinar.
👉 Inclusive, você pode começar com sessões curtas e progressivas, respeitando seu corpo e sua fase de recuperação.

FAQ – Perguntas Frequentes sobre Erros na Recuperação da Diástase
Sim. Na maioria dos casos, eles aumentam a pressão intra‑abdominal e podem agravar a separação muscular.
Em muitos casos, sim. Quando bem executados e com constância, os exercícios hipopressivos são altamente eficazes.
Os primeiros sinais costumam aparecer entre 6 e 8 semanas, dependendo da regularidade e da gravidade da diástase.
Com certeza. Os hipopressivos podem ser feitos em sessões de 5 a 30 minutos, encaixando facilmente na rotina.
Evitar erros é tão importante quanto escolher os exercícios certos. Ao abandonar abdominais tradicionais, cuidar da respiração, melhorar a postura e investir no método hipopressivo, você aumenta significativamente suas chances de fechar a diástase de forma segura e duradoura.
👉 Próximo passo: leia também nosso artigo “Hipopressivo para Iniciantes: Guia Passo a Passo para Reduzir Medidas” e comece hoje mesmo sua jornada de fortalecimento consciente.
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